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2013 - Projeto de restauro e ampliação do Museu Getúlio Vargas

O projeto de restauro e ampliação do Museu Getúlio Vargas foi lançado no dia 09 de outubro, na Câmara de Vereadores de São Borja. Os recursos de R$ 2,2 milhões serão financiados pela concessionária de energia AES Sul, por meio da Lei de Incentivo à Cultura ( LIC). O secretário de Estado da Cultura, Assis Brasil, participou do evento e falou sobre a figura de Getúlio Vargas, suas muitas facetas políticas e habilidade conciliatória, por congregar o povo que vivia dividido no Rio Grande do Sul.


 


"Uma boa metáfora para representar aqui a união de entidades e pessoas para restaurar a casa que pertenceu a Getúlio Vargas”, disse Assis Brasil. O titular da pasta da Cultura no Estado informou, ainda, a ampliação do teto para R$ 50 milhões para captação de patrocínios via LIC em 2014. “Isso mostra o valor que o Governo do Estado dá para a cultura. É gratificante ver que o Estado pode participar, por meio da renúncia fiscal, de um resgate histórico como este do Museu de Getúlio. A cultura política do Rio Grande do Sul precisava desta homenagem”, concluiu.


 


O prefeito de São Borja, Farelo Almeida, agradeceu ao Conselho Estadual de Cultura por aprovar o projeto, ao Estado pela isenção fiscal e à AES Sul pelo patrocínio. “Essa é uma demonstração de respeito ao homem público que foi Getúlio Vargas. Isto é resgatar a história e trazer turismo, cultura e instrumento para gerar renda ao município”, ressaltou.


 


O gerente regional do Centro Oeste da AES Sul, Carlos Rocha, lembrou que a empresa também recuperou a casa de Jango Goulart, no mesmo município. “Com esse apoio, resgatamos a história e colaboramos para alavancar o desenvolvimento cultural e turístico de São Borja”, disse Carlos, que agradeceu o empenho de toda a equipe envolvida no projeto.


 


O museu está fechado para as obras, e o acervo se encontra exposto no 2º Regimento de Cavalaria Mecanizada. Também participaram da cerimônia o presidente da Câmara de Vereadores, Roque Feltrin, o sobrinho-neto de Getúlio, Viriato Vargas, e a diretora de Economia da Cultura da Sedac, Denise Pereira.


 


O projeto
As coordenadoras do projeto Lúcia Silber e Maria Aparecida Herok apresentaram o cronograma das obras, que já iniciaram pela recuperação do telhado. A previsão de término é de 14 meses, com apoio técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE) e do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN).


 


Na primeira fase da obra, será feita a investigação arqueológica e sondagem de solo por uma equipe da Universidade de Santa Cruz do Sul. O casarão que pertenceu a Getúlio Vargas foi construído em 1910 e repassado ao município em 1982. Do acervo, fazem parte fotos raras e inéditas do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) do período do governo Vargas, como informou a arquivista e historiadora Glaucia Konrad, e são uma importante fonte de trabalho para pesquisadores do mundo todo.




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