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Vitor Ramil – TAMBONG (2025)
Em 2025, TAMBONG, um dos álbuns mais importantes da carreira de Vitor Ramil e seu primeiro trabalho gravado em Buenos Aires, Argentina, completou 25 anos. Para marcar a data, Vitor e sua banda apresentaram o espetáculo inédito “TAMBONG – 25 ANOS”, celebrando ao vivo a força e a permanência desse disco emblemático. Foram três noites de apresentações, nos dias 7, 8 e 9 de novembro, no Teatro Simões Lopes Neto, em Porto Alegre.
Produzido no ano 2000 por Pedro Aznar, o álbum contou, além da participação do próprio Aznar e de músicos argentinos como Santiago Vázquez, com colaborações de grandes nomes brasileiros, entre eles Egberto Gismonti, Chico César, Lenine e João Barone. Lançado na sequência de Ramilonga – A estética do frio, TAMBONG marcou um momento decisivo na trajetória do artista gaúcho e consolidou sua relação com o país vizinho, abrindo caminho para novos discos e inúmeras apresentações na Argentina.
No palco, Vitor esteve acompanhado do baterista e percussionista Alexandre Fonseca e do baixista Edu Martins, parceiros também no álbum Mantra Concreto. Juntos, interpretaram o repertório integral de TAMBONG, revisitando canções como Não é Céu, Espaço, Grama Verde e Foi no Mês Que Vem, em uma celebração que reafirmou a relevância histórica e artística do disco.

Vitor Ramil – MANTRA CONCRETO (2024)
O show de lançamento do novo álbum de Vitor Ramil, MANTRA CONCRETO, aconteceu em Porto Alegre, no dia 24 de outubro, às 21h, no Salão de Atos da PUCRS.
No novo trabalho, o compositor e intérprete gaúcho reúne 15 músicas criadas por ele para versos do poeta curitibano Paulo Leminski. Além dessas novas canções, o show terá no roteiro grandes sucessos de Vitor que ele considera da mesma família das novidades: Loucos de Cara, Não é céu, Astronauta lírico, Foi no mês que vem, Tierra, A ilusão da casa, À beça, Estrela Estrela e O velho León e Natália em Coyoacán, esta última também uma parceria com Paulo Leminski, gravada originalmente em Tambong (2000) e agora regravada no novo disco.
No palco com Vitor Ramil (violões, viola e voz), Alexandre Fonseca (bateria, tablas, percussão e programações) e Edu Martins (baixo sintetizador e baixo acústico). Os dois músicos também dividem com Vitor a produção do álbum MANTRA CONCRETO, colaborando na gravação de quase todas as músicas. Além deles, o disco conta ainda com as participações de Carlos Moscardini (violão), André Gomes (sitar e guitarra), Santiago Vazquez (kalimba), Toninho Horta (guitarra), Vagner Cunha (violino e arranjo), José Milton Vieira (trombone) e Pablo Shinke (violoncelo), os três últimos fazem participação especial no show.
A iluminação do espetáculo é de Isabel Ramil, a concepção de vídeo e animação de Vini Albernaz e o som de Lauro Maia e Pedro Schmitt.
MANTRA CONCRETO também foi produzido em CD com uma emblemática capa de Felipe Taborda que remete ao construtivismo e cubo futurismo de Rodchenko e Maiakóvski, cujo conceito gráfico também está em cena.
O ano de 2024 marca os 80 anos de nascimento de Paulo Leminski. O show é uma celebração à sua vida e sua obra. Amar o poeta é coisa de minutos, como diz Amar você, um dos singles de MANTRA CONCRETO. Você vai amar as novas canções também
A produção executiva do projeto é da Cida Cultural.

Vitor Ramil – Acordei Sonhando (2023)
A PUCRS Cultura e Satolep promoveram o show beneficente Acordei Sonhando, de Vitor Ramil, que aconteceu no dia 6 de outubro, no Salão de Ator Ir. Norberto Raush, no Campus da PUCRS. A instituição beneficiada foi o Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, que, entre outras iniciativas, busca tornar a arte e a cultura acessíveis a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
Acordei Sonhando, canção que serviu de ponto de partida para o show beneficente, é uma composição conjunta de Vitor Ramil e 64 crianças da Escola Projeto, de Porto Alegre. Da participação do artista na atividade Encontro com o Músico, oferecida anualmente pela escola, seguiu-se a proposta de compor com os alunos: ele mesmo fez a música e, em algumas aulas, ensinou as crianças a escrever a letra.
“Avançamos passo a passo”, contou Ramil, “escrevendo para a melodia, com as crianças dando sugestões e eu coordenando enquanto explicava, entre outras coisas, quando uma palavra podia ou não ser usada em determinada passagem musical”. Finalizado o trabalho de composição, ficaram acordadas não apenas a gravação e a filmagem de Acordei Sonhando, como também a realização do show beneficente que agora ganha forma, com o objetivo de apoiar uma instituição dedicada a crianças e jovens, proporcionando a eles uma formação ampla através da música e outras formas de arte-educação.
O evento contou com a participação especial das crianças que compuseram a canção com Vitor Ramil, além dos atuais estudantes de 3ª e 4ª séries da Escola Projeto, do professor Ianes Gil Coelho e do Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomodê. Subiram ao palco também os músicos do show Ramilonga, Edu Martins (contrabaixo) e Roger Scarton (harmonium), mais Thiago Ramil e Ian Ramil.A gravação da canção Acordei Sonhando, feita com as crianças, foi lançada em todas as plataformas digitais.
Produção: Cida Cultural e Ramil e Uma

Vitor Ramil – Avenida Angélica em Porto Alegre (2021)
Sem encontrar seu público desde março de 2020 por causa da pandemia de Covid-19, Vitor Ramil volta ao palco do Theatro São Pedro nos dias 4 e 5 de junho, para lançar o novo trabalho, Avenida Angélica.
O espetáculo multimídia foi gravado em áudio e vídeo em agosto de 2021, sem público presente, no canteiro das obras de restauro do histórico Theatro Sete de Abril, em Pelotas, o terceiro mais antigo do Brasil.
Inteiramente dedicado à poesia de Angélica Freitas, Avenida Angélica tem 17 canções criadas por Vitor para poemas de sua conterrânea publicados originalmente nos livros Rilke Shake e Um útero é do tamanho de um punho, mais a leitura do poema Ítaca pela própria poeta em vídeo gravado em Berlim, onde vive.
Vitor Ramil apresenta-se em formato solo, voz e violões de cordas de aço, em ambientação visual criada por Isabel Ramil, na qual iluminação, cenário e vídeos são uma espécie de segunda leitura não literal dos poemas.
Planejamento e Gestão: Cida Cultural


